O balanço da operação que mobilizou efetivos das forças de segurança municipais, estaduais e federais para a votação em Santa Catarina foi considerado positivo e sem graves ocorrências no Estado.

Assim que as urnas foram fechadas, as autoridades representantes das instituições que compõem o grupo de segurança ativado na sede da Defesa Civil catarinense, comentaram as ocorrências e os encaminhamentos realizados.

O secretário de Estado da Segurança Pública, Alceu de Oliveira Pinto Júnior, que coordenou a operação em Santa Catarina, destacou a força de trabalho empregada no esquema de segurança.

Ao todo, atuaram cerca de 184 policiais civis, quase dez mil policiais militares, 79 policiais rodoviários federais e mais de 140 guardas municipais.

"Não registramos nenhuma ocorrência de grande monta, ou que não fosse prontamente atendida pelos efetivos atuantes nos locais de votação", frisou o secretário de Estado da Segurança Pública, Alceu de Oliveira Pinto Júnior.

Das 82 ocorrências, as duas que mais chamaram a atenção foi uma no Sul de Santa Catarina, onde um eleitor danificou uma urna eletrônica e a denúncia de boca de urna contra o prefeito de Governador Celso Ramos, na Grande Florianópolis.

Operação entre as área foi integrada | Foto Divulgação

O comandante-geral da Polícia Militar de Santa Catarina, coronel Carlos Alberto de Araújo Gomes disse que o pleito atendeu às expectativas, com base em eleições anteriores.

"O catarinense teve um comportamento exemplar e republicano. Nossa mobilização permanece até o término do último evento relacionado com as eleições", enfatizou o comandante.

No âmbito da Polícia Civil, o delegado Luiz Ângelo Moreira informou que todas as delegacias das comarcas trabalharam com efetivos reforçados.

A operação

Efetivos das polícias Civil, Militar, Militar Rodoviária Estadual, Corpo de Bombeiros, Instituto Geral de Perícias (IGP), das secretarias de Estado da Justiça e Cidadania, Defesa Civil, Comunicação, Eletrosul e Celesc .

A Guarda Municipal, o Tribunal Regional Eleitoral, Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e as polícias Federal e Rodoviária Federal trabalharam com equipes no Cigerd.

Em Santa Catarina, a ação foi coordenada pela secretaria de Estado da Segurança Pública. O modelo inédito de atuação foi articulado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), que assumiu, em todo o país, a organização e coordenação do esquema de segurança para a votação.

 

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