Gil Gomes, um dos repórteres mais famosos da crônica policial, morreu na manhã desta terça-feira (16), aos 78 anos. Com um jeito único de contar as histórias de violência, ele fez sucesso no programa Aqui Agora, que foi ao ar durante os anos 90.

O jornalista estava internado no Hospital São Paulo, na zona sul da capital paulista. Ainda não foram divulgadas informações sobre velório e enterro. Gil era portador de Parkinson e desde 2005 lutava para combater a doença degenerativa.

Gomes era casado com Eliana Izzo, sua segunda mulher, com quem teve duas filhas — Flávia e Nathalie. Antes dela, Gil ficou por 14 anos com a escritora Ana Vitória Vieira Monteiro. Juntos, eles tiveram três filhos: Daniel, Vilma e Guilherme — que morreu ainda jovem vítima de uma hepatite C. O jornalista também deixou quatro netos.

Gil Gomes se tornou um dos grandes nomes do rádio e da televisão brasileira por seu trabalho no jornalismo investigativo. O ex-repórter iniciou sua carreira na extinta Rádio Marconi, na década de 1960. Entre os anos 1991 e 1997, Gil conquistou o grande público na televisão ao integrar o time de repórteres do extinto Aqui Agora, do SBT.

Com informações do Estado de Minas.