Com informações do jornal Notícias do Dia. Detentos do Presídio Regional de Lages, na Serra Catarinense, se rebelaram por volta das 14h30 desta quinta-feira (19). As primeiras informações seriam de um confronto entre a facção criminosa PGC (Primeiro Grupo Catarinense) com outro grupo rival, entretanto, a Polícia Militar local afirma que o motim aconteceu porque os presos reclamam da superlotação. Os detentos atearam fogo em colchões, provocando um foco de incêndio que foi controlado pelo Corpo de Bombeiros. Em nota, a Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania informou que dez presos ficaram feridos com queimaduras e já estão sendo atendidos pelo serviço de saúde local. Ainda conforme a secretaria, não houve reféns, fugas e nenhum óbito foi registrado até o momento. Após o início da rebelião, uma equipe de agentes penitenciários da região foi acionada e se dirigiu ao local para a contenção do movimento. Segundo a secretaria, uma hora depois do início do motim, a situação foi totalmente controlada e a unidade prisional segue sob o controle do Estado. Os presos pediram a presença do juiz corregedor Geraldo Correia Bastos e reclamaram da superlotação, de acordo com a PM. Por volta das 16h, agentes do Deap (Departamento de Administração Prisional) começaram a contagem dos detentos. Ainda conforme o governo do Estado, todas as medidas operacionais, legais e periciais já foram tomadas e o protocolo de segurança do Deap foi acionado, “possibilitando o rápido e efetivo controle da situação”. Confira a nota na íntegra: A Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania informa que por volta das 14h30 desta quinta-feira, 19, os detentos do Presídio Regional de Lages iniciaram um motim na unidade e atearam fogo em colchões, provocando um foco de incêndio, que foi rapidamente controlado pelo Corpo de Bombeiros local. Uma equipe de agentes penitenciários da região foi acionada e se dirigiu ao local para a contenção do movimento. Uma hora após o início do motim a situação foi totalmente controlada e a unidade prisional segue sob o controle do Estado. Dez presos ficaram feridos com queimaduras e já estão sendo atendidos pelo serviço de saúde local. Não houve reféns, fugas e até o momento nenhum óbito foi registrado. Todas as medidas operacionais, legais e periciais já foram tomadas e o protocolo de segurança do Departamento de Administração Prisional (Deap) foi acionado possibilitando o rápido e efetivo controle da situação.