Nesta quinta-feira (9), a Prefeitura de Joinville, por meio da Secretaria de Comunicação (Secom) e Secretaria de Cultura e Turismo (Secult), reuniu a imprensa para relatar a situação de insegurança na região do Museu de Arte de Joinville (MAJ). Desde janeiro de 2016, diversas ocorrências foram registradas no local, com casos de prisão de traficantes, consumo de drogas – inclusive por adolescentes -, brigas, manifestações obscenas dirigidas a visitantes, acionamento do Samu para socorrer pessoas em estado de coma alcoólico e overdose, perturbação à vizinhança por barulho durante a noite, depredação e vandalismo e, ainda, ameaça aos servidores e seguranças do Museu, por parte de vendedores de drogas. O relato teve o objetivo de apresentar a preocupação do Poder Executivo sobre o problema e buscar soluções. A Prefeitura está realizando estudos, levantamento de dados e análises para melhorar a segurança e garantir que o MAJ continue sendo uma referência artística e cultural de Joinville e um espaço para a comunidade. Além de gerar preocupação aos moradores da região, o clima de insegurança está afastando os visitantes do museu. No mês passado, o MAJ recebeu a visita de sessenta crianças. Porém, já chegou a receber duas mil. Para a coordenadora do MAJ, Helga Tytlik, a ideia é fortalecer a ligação do museu com o público, com o seu entorno, desenvolver projetos que atraiam a comunidade e promovam a acessibilidade. Mas, para isso, é preciso retomar a segurança do local. “Temos vários interessados em estabelecer parcerias colaborativas para a realização de eventos e ações educativas. Mas esse parceiros precisam se sentir seguros em vir para cá”, disse a coordenadora. A proposta da Prefeitura é buscar soluções e ferramentas para que o MAJ seja um lugar sadio, assim como o Mirante, o Parque Zoobotânico, Parque da Cidade, Parque São Francisco. *Com informações da Prefeitura de Joinville