A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira, operação destinada à repressão ao compartilhamento e à posse de imagens e vídeos com conteúdo de abuso sexual infantojuvenil, praticados por usuário da internet residente em Criciúma.

Policiais cumpriram mandado de busca e apreensão na cidade, expedidos pela Justiça Federal, com objetivo de localizar equipamentos usados no armazenamento e compartilhamento de imagens de exploração sexual infantojuvenil.

Segundo a PF, as investigações foram iniciadas a partir de relatórios de informação produzidos, que resultaram na identificação de um usuário que compartilhou arquivos com cenas de violência sexual contra crianças e adolescentes.

O crime aconteceria por meio da utilização de redes de compartilhamento de arquivos denominadas P2P.

Foram realizadas a arrecadação e a apreensão de equipamentos de informática, celulares e mídias de armazenamento. Todo o material apreendido será submetido à perícia.

"O crime de compartilhamento de arquivos de pornografia infantil, previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente, é punido com pena de reclusão de 3 a 6 anos. Já o crime de posse de arquivos de pornografia infantil, tipificado no mesmo estatuto, é punido com pena de reclusão de 1 a 4 anos", informou a PF.

A ação policial faz parte da operação contínua P2J (Pedo to Jail), em alusão às redes P2P, focada na erradicação de materiais relacionados aos crimes de abuso e exploração sexual infantil.