A Polícia Federal cumpriu na manhã desta quinta-feira (6) mandado de busca e apreensão, sequestro e indisponibilidade de bens no âmbito da operação “Depósito Falso”.

O objetivo de apurar desvios bancários que geraram prejuízos aos cofres da Caixa Econômica Federal em Lages.

O inquérito policial teve início em 2022 a partir de informações prestadas pela administração da Caixa de Lages, que constatou divergência entre valores de saída em tesouraria e os recursos que existiam em caixa no Banco.

As investigações apontam para a prática do desvio de recursos por meio do registro de depósitos fictícios, com a possível participação de funcionário que trabalhava na agência da CEF, onde ocorreram as fraudes de desvio de recursos bancários.

Também foi cumprido um mandado judicial para o afastamento preventivo da função pública contra um servidor da Caixa Econômica Federal.

As medidas judiciais visam levantar provas sobre os possíveis crimes praticados pelos envolvidos, além de identificar e apreender bens obtidos com dinheiro de origem criminosa.

Até o momento, a PF já identificou que no período de dois anos houve a movimentação de valores financeiros de origem suspeita que superam a quantia R$ de 5 milhões.

O inquérito policial segue em curso e os investigados poderão ser indiciados pela prática dos crimes de peculato, inserção de dados falsos em sistema de informação e lavagem de dinheiro, cujas penas máximas somadas podem chegar a 34 anos de prisão.

 

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