No meio do fogo cruzado, Luciane Benedet, gerente de uma das lojas atingidas pela quadrilha de assaltantes de banco, na área central de Criciúma, contou os momentos de pânico que vivenciou no já considerado maior roubo da história catarinense.

As marcas dos potentes tiros ficaram até no manequim, que estava na vitrine.

Ela e uma colega estavam na loja um pouco antes de os bandidos começarem a ação e passaram momentos de terror.

Confira o relato

“Estávamos arrumando a árvore de Natal para a vitrine aqui na nossa loja da rua João Pessoa e decidimos levá-la para nossa outra loja que fica próxima. Só abri a loja, começamos a ouvir os barulhos de tiro e entramos rápido. Nos escondemos atrás da loja. Ficamos desesperadas. Aí começamos a ver o que estava acontecendo nos grupos de família. Ficamos escondidas da meia-noite à 1h40min. Quando terminaram os disparos, fomos olhar na frente da loja e vimos os carros saindo em comboio, bem devagar, com o pisca alerta ligado. Demos um tempo e fomos ver a outra loja. Sorte, porque estava com a vitrine quebrada e já estavam começando a saquear. Encontramos de 30 a 40 projéteis, tivemos roupas que foram atingidas, manequim”, contou Luciane.

 

Colaboração/Jornalista Lucas Colombo

 

 


Receba as notícias do OCP no seu aplicativo de mensagens favorito:

WhatsApp

Telegram Jaraguá do Sul