O diretor da Deic (Diretoria Estadual de Investigações Criminais), delegado Luis Felipe Fuentes, afirmou que, inicialmente, não há indícios da ligação entre o assalto que ocorreu em Criciúma e o roubo ocorrido em Cametá, no Pará, na madrugada desta quarta-feira (2).

“A Delegacia de Roubos e Antissequestro da Deic está realizando uma série de diligências desta situação de Criciúma. Por hora, não há como apresentar ou indicar qualquer circunstância que possa apontar que esse roubo do Pará tenha alguma coisa a ver com a situação aqui de Criciúma”, destaca.

De acordo com Fuentes, as primeiras diligências apontam que a investigação será de médio a longo prazo. A Polícia Civil pretende apresentar indícios de autoria e materialidade do roubo. Ele destaca que a ação teve pontos específicos e provavelmente planejados por meses.

“As equipes vêm trabalhando intensamente na buscas de vestígios desse roubo. Há várias linhas de trabalho e algumas situações são mais prioritárias e outras para um segundo momento. O inquérito policial se apresenta muito complexo e deve ser bastante volumoso”, explica.

O crime aconteceu entre o fim da noite de segunda-feira (30) e a madrugada de terça-feira (1º). Cerca de 30 homens armados com fuzis e uma metralhadora .50 invadiram a cidade em a bordo de dez carros. Eles atiraram contra o 9º Batalhão de Polícia Militar e fizeram reféns.

O alvo foi uma agência do Banco do Brasil, no Centro. Os bandidos atiraram diversas vezes durante a ação e chegaram a trocar tiros com a Polícia Militar. Um soldado da PM está internado em estado grave na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) do Hospital da Unimed.

 

Receba no seu WhatsApp somente notícias sobre Segurança Pública da região (Trânsito, Operações Policiais. etc...):

Whatsapp

Grupo OCP Segurança

Telegram

OCP Segurança