O pedido de habeas corpus de Leonardo Natan Chaves Martins, indiciado pela morte da companheira Gabriella Custódio Silva, foi negado pela justiça em sessão realizada na manhã desta quinta-feira (29), em Florianópolis. Em decisão unânime, a 5ª Câmara Criminal decidiu que Leonardo deve continuar preso enquanto aguarda o trâmite do processo criminal.

O pedido de soltura foi realizado pela defesa em 26 de agosto.

Em 7 de agosto, a Polícia Civil concluiu o inquérito que indiciou Leonardo Martins por feminicídio, crime que se refere a assassinatos por discriminação de gênero, em função de menosprezo às mulheres. Na maior parte dos casos, esses crimes têm como principais suspeitos companheiros e ex-companheiros das vítimas.

Relembre o caso

Gabriela Custódio Silva foi morta por um tiro no dia 23 de julho, no distrito de Pirabeiraba. A versão apresentada por Leonardo Natan Chaves Martins foi a de que ele manuseava uma pistola em casa quando a arma disparou. O tiro atingiu o peito de Gabriella.

Leonardo colocou a companheira no porta-malas do carro e seguiu até o pronto-socorro do Hospital Bethesda. Após deixar Gabriella com a equipe de enfermagem, ele fugiu do local.

Posteriormente, em depoimento à polícia, Leonardo disse que o pai o ajudou a descartar a arma do crime. O pai dele, Leosmar Martins, foi indiciado por fraude processual e posse ilegal de arma. Leonardo foi indiciado por feminicídio.

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