Depois de quase 11 horas de duração, o Tribunal do Júri da comarca de Joinville condenou Leonardo Natan Chaves Martins a 12 anos de prisão pela morte da então namorada Gabriella Custódio. Ele foi sentenciado, na última terça-feira (27), por homicídio qualificado e fraude processual.

O crime ocorreu em 24 de julho de 2019, quando Gabriella foi atingida por um tiro no peito. Martins chegou ao Hospital Bethesda, em Joinville, com a namorada no porta-malas de seu carro.

 

 

Ele carregou a vítima nos braços, pediu socorro na portaria e a deixou no local. Disse que buscaria documentos no veículo, mas não retornou. A jovem morreu depois de 20 minutos.

Durante a manhã de ontem, foram ouvidas quatro testemunhas - uma indicada pelo Ministério Público e outras três pela defesa - e também o réu.

Pela ordem, o primeiro a falar foi o promotor Ricardo Paladino, do Ministério Público, que apresentou vídeos de depoimentos da audiência de instrução e exibiu cenas da chegada da garota carregada no colo para dentro do Hospital Bethesda.

O promotor falou da suposta ocultação de celulares e da arma do episódio para esclarecer detalhes do caso. Os advogados de defesa argumentaram que o tiro disparado pela arma foi acidental, ou seja, sem a intenção de matá-la. Após as duas explanações, também aconteceu a réplica e a tréplica.

A sessão de julgamento foi presidida pelo juiz Gustavo Henrique Aracheski, titular da Vara do Tribunal do Júri da comarca de Joinville.

Atuou com o promotor Ricardo Paladino, com os assistentes de acusação: advogados Marco Aurélio Marcucci e Israel Patrício. Os advogados de defesa do réu foram: Pedro Wellington Alves da Silva, Jonathan Moreira dos Santos, Deise Kohler e Antônio Luiz Lavarda.

 

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