Com informações do jornal Diário Catarinense. A coluna de Rafael Martini, no jornal Diária Catarinense, (assumida interinamente por Ângela Bastos) publicou a história de um cão da raça pinscher intoxicado por maconha em Florianópolis. O caso aconteceu no dia 11 de janeiro, em uma clínica veterinária da Capital. De acordo com a colunista, na conversa com os profissionais, meio constrangido, o dono disse que o bicho comeu “algo estranho” e citou que poderia ter sido a erva a causadora do mal-estar no animal. Zoeira, nome do cão, vomitava e aparentava desorientação. O animal teria por hábito mexer na mochila do dono. A médica veterinária Anita Lima da Silva, da Clínica Veterinária Capoeiras, conta que já recebeu vários casos de cachorros intoxicados com maconha. As circunstâncias de como isso ocorre são várias: animal na presença da pessoa que está fumando dentro de um ambiente fechado, baforadas intencionais, quando o dono deixa torrão ou baga (ponta do cigarro de maconha) ao alcance do bicho que resolve comer como se fosse um alimento qualquer. Recomenda-se ficar atento aos sinais clínicos mais comuns: apatia, alterações comportamentais, alucinações, agressividade repentina, vômitos, pupilas dilatadas, ressecamento de córnea, desorientação, salivação excessiva, tremores musculares, hipertermia (aumento da temperatura corporal), bradicardia ou taquicardia (alteração na frequência cardíaca), convulsão. Em casos mais graves até coma. Para que o leitor fique tranquilo: Zoeira passa bem. O dono dele foi alertado para não deixar “algo estranho” ao alcance do bichinho.