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Câmeras com reconhecimento facial podem ajudar na prisão de criminosos e encontro de desaparecidos em SC

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Situação semelhante já ocorre na China, em locais de grande movimentação. Foto: Divulgação
Situação semelhante já ocorre na China, em locais de grande movimentação. Foto: Divulgação

Apenas uma câmera e um programa específico. Só isso basta para identificar uma pessoa, automaticamente, por meio do reconhecimento facial. Uma tecnologia que, a partir de pontos e medidas do rosto - como o comprimento da linha da mandíbula, tamanho do crânio, distância entre os olhos, largura do nariz, entre outros - consegue identificar os pessoas procuradas.

Neste primeiro momento, serão colocadas à disposição da PM dez câmeras de videomonitoramento, na área central de Florianópolis em uma parceria com uma empresa do Paraná que é quem está vendendo os esquipamentos.

Em um primeiro momento serão subidos no banco de dados imagens de pessoas desaparecidas no Estado, sendo que no futuro também poderão estar inclusos os rostos de criminosos procurados em todo o Brasil.

A tecnologia faz a correspondência entre os rostos capturados no vídeo, em tempo real, e um banco de dados de imagens armazenadas. Quando um rosto é capturado pela câmera, a correspondência ocorre em tempo real e aciona um alarme para alertar as partes interessadas para que as medidas adequadas sejam tomadas, o que já ocorre com carros furtados e roubados através dos OCRS.

 

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