Integrantes de uma cooperativa de recicláveis de Jaraguá do Sul foram surpreendidos ao abrirem um ‘Saco Verde’ na manhã de sexta-feira (22).

Misturados aos materiais dispensados pela comunidade, havia três cachorrinhos recém-nascidos.

Os animais já estavam mortos quando foram encontrados. Infelizmente, a situação não é incomum.

A gerente de resíduos sólidos do Samae (Serviço Municipal de Água e Esgoto) de Jaraguá do Sul, Morgana Decker, comenta que já foram encontrados em outras ocasiões animais mortos dispensados junto com os materiais recicláveis.

“Já encontramos inclusive cães vivos”, afirma Morgana, ao explicar que essa não é a maneira correta para dispensar os restos mortais dos bichos de estimação, tão pouco para se livrar de animais que a pessoa não queira. “As pessoas não deveriam cometer essa maldade com os bichinhos”, completa.

O biólogo da Fujama (Fundação Jaraguaense de Meio Ambiente), Christian Rabock, alerta que descartar animais vivos no lixo doméstico.

Foto: Samae/Divulgação

Se a pessoa for identificada, o ato “configura em um crime ambiental passível de multa e até prisão”.

No caso de animais mortos, vai depender de cada situação, segundo o gerente regional da empresa Ambiental Limpeza Urbana, Mário Luiz dos Santos.

“Se for um animal de pequeno porte, atropelado em via pública, é só ligar (47) 3275-3655 que o veículo da coleta hospitalar irá recolher. Animais mortos em casa e que estiverem em área particular, a responsabilidade é do dono. A pessoa deve entrar em contato com alguma clínica veterinária ou um crematório para animais”, orienta Santos.

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