Uma mulher, de 29 anos, ingeriu medicamento abortivo com o objetivo, segundo ela, de "antecipar a gravidez". A Polícia Militar foi acionada na tarde deste domingo para deslocar até o Hospital Materno Infantil Santa Catarina (HMISC) de Criciúma para onde ela e o bebê foram levados.

Eles foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros nesta manhã, após ela parir em casa, no bairro Santa Ana, em Forquilhinha. Mãe e filho foram encontrados no chão do banheiro pelos socorristas.

Em estado grave, o bebê acabou sendo transferido para um hospital hospitalizado em Tubarão.

Alegações

Na unidade hospitalar, a mulher alegou que “tentou” fazer a criança nascer, através da medicação proibida e que a doaria. Inclusive já havia denúncias de adoção ilegal recebidas pelo Conselho Tutelar.

A mulher disse ainda que descobriu a gravidez aos quatro meses de gestação e que aguardou até os sete para ingerir dois comprimidos abortivos, pois achava que "aos sete meses a criança sobreviveria e que estava com muitas coisas na cabeça e queria que ela nascesse logo”.

"Sem intenção"

Disse ainda que não tinha intenção de matá-lo, que iria dar o menino a um conhecido e que o pai biológico não sabia da gravidez.

Ela recebeu voz de prisão por parte da Polícia Militar pelo crime de aborto, sendo acionados ainda a Polícia Civil, que dará prosseguimento as investigações, e o Conselho Tutelar. A mulher segue hospitalizada.

 

 

 

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