Depois de quatro anos no Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas de SC), o delegado Eric Uratani volta para Jaraguá do Sul. Ainda sem lotação definida, ele deve reforçar a investigação criminal na Polícia Civil Jaraguá do Sul.

 

 

Uratani tem uma história na Polícia Civil em Jaraguá do Sul. Durante três anos, ele chefiou a DIC (Divisão de Investigação Criminal) de Jaraguá do Sul. Após pegar uma promoção, ele foi para Dionísio Cerqueira, mas retornou para assumir a Divisão de Furtos e Roubos da Delegacia da Comarca de Jaraguá do Sul, onde ficou por um ano até ser transferido para o Gaeco em 2017.

“Sempre procurei fazer o meu trabalho da melhor forma possível. Fiquei um tempo fora e tive uma ótima experiência no Gaeco, trabalhando exclusivamente com investigação e com estrutura para investigar, com meios que rotineiramente não se utilizavam nas unidades policiais”, explica.

O delegado destaca que retorna para o quadro da 15ª Delegacia Regional de Polícia para implementar toda a experiência adquirida nos quatro anos atuando na força-tarefa. Uratani lembra que acompanha os avanços na investigação criminal trazidas pelo delegado regional Fabiano dos Santos Silveira e lembra que este é a atividade fim da Polícia Civil

“Venho acompanhando esse investimento feito pelo delegado Fabiano com foco na atividade fim da Polícia Civil. O objetivo da Polícia Civil é investigar os crimes que não foram impedidos e chegar na prisão dos responsáveis. Esse foi um dos pontos que me atraiu e me fizeram pedir o retorno para Jaraguá do Sul”, frisa.

De acordo com o delegado, é necessário avançar nessa questão e reforçar ainda mais a investigação criminal. Ele lembra que a gestão da Polícia Civil precisa continuar nesse caminho, trazendo policiais, além de investir em tecnologia e estrutura.

Uratani explica que é necessário avançar na investigação de crimes que anteriormente não recebiam tanta atenção da Polícia Civil, como a corrução e o estelionato, principalmente através do meio virtual. Ele ressalta que, apesar de não haver violência, esses delitos atingem diretamente a população.

“Nós vemos quadrilhas de estelionatários atuando na nossa região e temos dificuldade em chegar na autoria ou a responsabilização desses criminosos. Eu vejo que é muito importante combater todo o tipo de crime, mesmo aqueles que não são tão graves, mas que afetam as pessoas em geral”, finaliza.

 

Receba no seu WhatsApp somente notícias sobre segurança pública da região (acidentes de trânsito, ações policiais):

Whatsapp

Grupo OCP Segurança

Telegram

OCP Segurança