Professor Ubirajara Cunha Junior, de 39 anos, que estava desaparecido desde o último dia 23 de setembro, está bem | Foto Reprodução

Professor Ubirajara Cunha Junior, de 39 anos, que estava desaparecido desde o último dia 23 de setembro, está bem | Foto Reprodução

O professor Ubirajara Cunha Junior, de 39 anos, que estava desaparecido desde o último dia 23 de setembro, está bem. Uma das irmãs de Ubirajara, Paola Cunha, disse à Rede OCP News que ele está em um país do Pacífico.

"Ele entrou em contato ontem com uma amiga. Disse que perdeu celular, lembrou onde trabalhava a amiga, e entrou em contato com ela, pesquisando pela internet. Ele disse que precisava ficar um tempo sozinho. Mas deu notícias que está bem", relatou Paola no início da tarde desta quinta-feira.

Até o momento, segundo ela, o professor não entrou em contato com a família. "Ele nem imaginava o que a família tinha feito... a repercussão do caso, nem imaginava que a família estava atrás dele", descreve.

A irmã comentou ainda que o professor não falou à amiga sua localização. "Não informou a cidade, nada, onde está e localização. Agora a família aguarda um contato dele ou a volta dele". Ela disse que a família já se sente aliviada só de saber que ele está bem.

Ubirajara pediu "um tempo"

A outra irmã de Ubirajara, Andressa Castro, disse que ele está envergonhado. "Por ter deixado a gente assim nessa aflição, mas disse que precisava - e precisa - de um tempo para pensar.... tempo pra se achar. Está sem celular e sem contato".

Ela disse que não sabe quando ele irá voltar. "Está no Pacífico tentando encontrar algo que a gente só espera que ele encontre. E quando ele voltar, a gente vê o que faz", disse ela, que confessou ainda que tinha perdido as esperanças. "Pronto, passou... vida que segue", finalizou.

Relembre o caso

Ubirajara estava sem dar notícias há quase duas semanas. Professor de educação física, personal trainer e instrutor de surf, o último contato com os parentes ocorreu antes dele sair com destino a São Paulo. A irmã de Ubirajara, Paola Cunha, recebeu informações de que ele teria ido de ônibus a um campeonato de surf, mas o celular do surfista permanecia desligado desde o dia 24.

Um boletim foi registrado no dia 1º de outubro na Delegacia de Polícia de Joinville. Birinha, como é mais conhecido, é solteiro, natural do Espírito Santo, mas mora com um amigo no bairro Atiradores, em Joinville, há cerca de 20 anos, segundo a irmã. Na quarta-feira passada (3), a irmã de Birinha recebeu uma informação sobre o possível paradeiro do professor de surf. A Polícia Federal descobriu que ele embarcou para a Turquia, porém a família ainda não conseguiu falar com ele.

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