O trabalho como forma de ressocialização dos apenados é uma iniciativa que funciona por meio de parceria entre o Conselho Comunitário Penitenciário, empresas e Prefeitura.

Esse fator é apontado, inclusive, como um dos fatores que influenciam para garantir os baixos índices de violência na cidade, classificada como a mais segura de Santa Catarina e uma das mais seguras do país entre os municípios com mais de 100 mil habitantes.

O presídio abriga uma média de 500 apenados e cerca de 80% deles realizam alguma atividade, seja trabalho na própria unidade prisional, trabalho externo, estudo ou leitura. Das obras do Município, eles auxiliam em serviços gerais, limpeza de ruas, pavimentações, roçadas, fabricação de tubos, etc…

E até mesmo a festa mais tradicional da região, a Schützenfest, conta com a mão de obra dos apenados. Eles atuaram na reforma do Pavilhão A, na construção dos novos banheiros, na fabricação de mesas e bancos, e na decoração do Parque de Eventos. Diariamente, cerca de 20 a 30 deles trabalharam no local entre outubro e novembro deste ano.

Foto Divulgação/PMJS

Pelo trabalho, os presos são remunerados e têm suas penas diminuídas, na regra de três dias de trabalho para um de redução. Para o diretor de Patrimônio da Prefeitura de Jaraguá do Sul, Harysson Andrey Passig, o convênio traz diversos benefícios.

"A ociosidade não faz bem a ninguém. Trabalhando, os apenados enxergam uma nova possibilidade, se preparam para quando saírem do presídio. E o trabalho deles também auxilia bastante o Município", diz.

*Com informações da Prefeitura de Jaraguá do Sul

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