Na sessão ordinária desta quinta-feira (25), o vereador Arlindo Rincos (PSD) questionou a gestão da área da Saúde em Jaraguá do Sul.

Para ele, não é possível que o município invista R$ 174 milhões – valor previsto na LOA 2019 – e os usuários do sistema de saúde continuem a enfrentar filas enormes e falta atendimento.

O parlamentar lembra que o valor representa quase 30% do orçamento da Administração Municipal, o dobro do exigido pela Constituição.

Rincos relatou a situação de dois moradores jaraguaenses que enfrentam filas para serem atendidos. Segundo ele, uma senhora de 74 anos teve que esperar das 6 horas da manhã até as 5 horas da tarde para ser atendida num pronto atendimento. Outra mulher, está esperando a realização de uma cirurgia a meses.

Jackson Ávila (MDB) ponderou que a Saúde de Jaraguá do Sul tem pontos positivos e alguns negativos, que precisam ser solucionados. Ele também lembra que os hospitais da cidade atendem a uma demanda que vem da região norte de Santa Catarina.

Ávila já sugeriu ao Executivo para que construa um centro de diagnóstico por imagem para que, através do diagnóstico precoce, possa adiantar e diminuir o tempo de vários tratamentos.

Pedro Garcia (MDB) frisou que os governos estadual e federal também precisam fazer as suas partes. Segundo ele, os setores de saúde dos municípios brasileiros sofrem com a falta de repasse de verba.

Marcelindo Gruner (PTB) sugeriu que todos os vereadores façam uma fiscalização mais rígida sobre os recursos que o Executivo repassa aos hospitais da cidade. A intenção seria fazer com que esses recursos sejam aplicados em áreas que atendam à população jaraguaense.

Fonte: Câmara Municipal de Jaraguá do Sul

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