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Sargento Lima comanda caminhada “Acorda Brasil” até divisa com PR

O deputado gaúcho Capitão Martim (Republicanos) entregou a bandeira ao Sagento Lima | Foto: Divulgação/Gabinete Srg. Lima

Por: Ewaldo Willerding Neto

03/02/2026 - 10:02 - Atualizada em: 03/02/2026 - 10:24

A divisa dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul foi o local onde o grupo gaúcho fez a passagem das bandeiras para os catarinenses, na continuidade do movimento “Acorda Brasil”. O deputado estadual Capitão Martim (Republicanos) entregou as bandeiras do Brasil e do RS para o seu colega Sargento Lima (PL). Os catarinenses passarão estes pavilhões e mais a bandeira de SC aos paranaenses e, assim, a marcha simbólica irá até Brasília.

A passagem ocorreu no acostamento da BR-101, no final da tarde desta segunda-feira (02), no limite dos municípios de Torres (RS) e Passo de Torres (SC). Os gaúchos haviam começado a caminhada em Porto Alegre. O movimento “Acorda Brasil” foi iniciado na cidade mineira de Paracatu, indo até o Distrito Federal, liderado pelo deputado federal Nikolas Ferreira.

Conforme o deputado Sargento Lima, o “Acorda Brasil” é uma forma de tirar os brasileiros “de um estado letárgico. Não se pode achar normal termos presos políticos, saques criminosos do dinheiro de pensionistas do INSS e escândalos como o do Banco Master”.

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A marcha de Santa Catarina ao Paraná sofreu alteração no roteiro devido ao grande fluxo de veículos da BR-101 durante a temporada de verão. A ideia inicial era partir da Ponte Hercílio Luz, na Capital. Seria um risco andar pelo acostamento especialmente nas regiões da Grande Florianópolis, Balneário Camboriú e Itajaí.

O novo roteiro partirá da Praça da Bandeira, em Joinville, no sábado (7), às 8h. O grupo irá até a Vila da Glória, à beira da Baía da Babitonga. No domingo (8) seguirá em direção a Itapoá e a passagem das bandeiras será no balneário Coroados, em Guaratuba (PR), evitando a BR-101.

Como pautas nacionais, o “Acorda Brasil” protesta contra a desproporção das penas aplicadas aos presos de 8 de janeiro e a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, pede liberdade de manifestação e contesta a política do Governo Lula, especialmente a econômica.

Além disso, o grupo catarinense quer chamar a atenção para a desproporção dos recursos de impostos que são enviados para a União e o baixo retorno ao Estado, e pede obras urgentes nas BRs 101, 280 e 470.

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Ewaldo Willerding Neto

Jornalista formado pela UFSC com 30 anos de atuação.