Antes mesmo do sequestro na ponte Rio-Niterói terminar com a morte de Willian Augusto da Silva, 20, o presidente Jair Bolsonaro declarou que "não tinha que ter pena" do comandante do crime.

"No ônibus 174 não usaram sniper e o que aconteceu? Morreu a professora inocente. Não tem que ter pena [do sequestrador]", comenta Bolsonaro.

William morreu na operação atingido por disparos de um atirador de elite. A informação foi confirmada pela PM e pela secretaria municipal de Saúde.

 

 

"Paciente chegou em parada cardiorrespiratória e foi constatado o óbito pela equipe médica do hospital", informou a secretaria municipal de Saúde.

Após o desfecho, Bolsonaro voltou a se manifestar pelas redes sociais.

"Parabéns aos policiais do Rio de Janeiro pela ação bem-sucedida que pôs fim ao sequestro do ônibus na ponte Rio-Niterói nesta manhã. Criminoso neutralizado e nenhum refém ferido. Hoje não chora a família de um inocente", escreveu no Twitter.

A ação da polícia também foi comemorada pelo governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), que foi até a ponte Rio-Niterói de helicóptero.

"Quero agradecer a Deus dessa solução que, infelizmente, não era a melhor. O ideal é que todos saíssem com vida, mas tivemos que tomar a decisão de salvar os reféns e rapidamente solucionar os problemas. O que assistimos foi um trabalho muito técnico da PM", disse Witzel em entrevista coletiva.

O sequestro durou cerca de três horas e nenhum dos cerca de 30 reféns saiu ferido.

 

 

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