O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, pediu a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para abrir uma investigação contra o presidente da OAB, Felipe Santa Cruz.

A alegação é de que Santa Cruz teria caluniado o ministro ao afirmar em entrevista que “Moro banca chefe de quadrilha” no caso dos hackers suspeitos de invadir celulares de autoridades.

No dia 26 de julho, Santa Cruz afirmou à jornalista Monica Bergamo, da Folha, que Moro "usa o cargo, aniquila a independência da Polícia Federal e ainda banca o chefe de quadrilha ao dizer que sabe das conversas de autoridades que não são investigadas".

No fim de julho, Santa Cruz esteve envolvido em uma polêmica com o presidente Jair Bolsonaro, à respeito do paradeiro do pai de Santa Cruz, o militante Fernando Augusto Santa Cruz de Oliveira, desaparecido durante o regime militar.

No começo de agosto, outra polêmica surgiu com a rescisão unilateral do contrato da Petrobras com o escritório de Advocacia de Santa Cruz. Segundo o presidente, a estatal "nem deveria ter" contrato com "um cara da OAB".

 

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