Na segunda-feira (13) o ministro de Ciência, Tecnologia e Comunicações, Marcos Pontes, informou em uma rede social que o governo federal decidiu adiar o uso de dados de celulares para monitorar o deslocamento das pessoas em meio à pandemia do novo coronavírus. O pedido foi feito pelo presidente Jair Bolsonaro.

O isolamento social é recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) além de outras medidas de prevenção e alguns estados têm usado os dados de celulares, para monitorar o respeito à determinação, São Paulo é um exemplo.

O Ministro afirmou que Bolsonaro pediu prudência no monitoramento. Ele ainda explicou que após a avaliação da equipe e com base no precedente internacional, um vídeo foi gravado explicando a ferramenta utilizada. No sábado ele recebeu a ligação do presidente.

"Ele me solicitou prudência com a iniciativa e que a ferramenta só fosse usada após análises extras pelo governo. Então, determinei que o vídeo e outros posts fossem retirados das redes sociais", publicou Marcos Pontes.

Pontes reforçou que a ferramenta está sob análise e que será usada apenas com a garantia da eficiência e a proteção da privacidade dos brasileiros. Também disse que os dados pessoais não serão analisados e que o sistema aponta aglomeração por mapa de calor.

Dados utilizados

No início de abril, o Sinditelebrasil informou que as empresas ofereceram ao governo os dados para monitoramento da movimentação dos clientes, já que os dados poderiam ajudar na identificação de situações de risco de contaminação pelo novo coronavírus.

Também reforçou que, o que é disponibilizado são os dados de mobilidade originados pelos celulares ligados às redes e organizados de forma anônima.

 

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