A informação de que a CPI da Pandemia, no Senado Federal, deve convocar governadores e que Carlos Moisés da Silva (PSL) será um dos intimados, através de requerimento do Senador Jorginho Mello (PL) foi recebida com tranqüilidade pelo chefe do Executivo catarinense.

Em postagem nas redes sociais, Moisés disse querer contribuir com os trabalhos e que vai encaminhar documentos com resultados das investigações sobre a sua conduta na compra dos 200 respiradores, que quase resultou em seu impeachment.

 

 

“Todas as informações referentes ao combate à pandemia em Santa Catarina, bem como o resultado de quaisquer investigações da Polícia Federal, MPF, MPSC e decisões judiciais, serão encaminhadas ao Senado Federal para auxiliar nos trabalhos da Comissão Parlamentar de Inquérito”, escreveu Carlos Moisés.

“Acredito que a tentativa de criar um factóide por parte de um dos integrantes, que até agora pouco tem acrescentado aos trabalhos, não será suficiente para desvirtuar a Comissão de seu verdadeiro papel. Assim, sigo à disposição para contribuir”, concluiu o governador de SC.

A operação da compra dos respiradores, pagos antecipadamente por R$ 33 milhões sendo que nenhum equipamento chegou ao estado e apenas R$ 11 milhões foram recuperados, provocou um processo de afastamento de Moisés, que não foi consumado.