Futuro governador Carlos Moisés conta com professor Luiz Felipe Ferreira na transição | Foto Susi Padilha

Futuro governador Carlos Moisés conta com professor Luiz Felipe Ferreira na transição | Foto Susi Padilha

A reforma administrativa anunciada pelo futuro governador de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva, em evento realizado nesta segunda-feira (03) em Florianópolis, não ficará apenas na definição de 10 secretarias, enxugamento da máquina pública e reorganização dos servidores. O papel das estatais Casan e Celesc, por exemplo, também está no foco da equipe de trabalha na transição, comandada pelo professor Luiz Felipe Ferreira.

Inicialmente o trabalho liderado por Ferreira centrou em conceitos fundamentais: redução da estrutura administrativa; a eliminação das funções redundantes; melhoria no fluxo de processos e desburocratização; eficiência e eficácia administrativa (redução de custos e melhoria de resultados); além da governança, transparência e integridade.

"Precisamos apresentar um Estado eficiente, que entregue melhor", resumiu o futuro governador, Carlos Moisés da Suilva.

Após 30 dias de trabalhos intensos e quase 200 reuniões, a equipe de transição chegou à montagem da estrutura administrativa com a apresentação de 10 secretarias. A partir de agora o olhar se amplia.

"Ainda não fizemos uma imersão nestas estatais, mas iremos aprofundar as análises nas duas próximas semanas", antecipou o professor Luiz Felipe Ferreira, sem mencionar sobre privatizações.

A estimativa do novo governo é chegar ao final do mês com toda a estrutura definida, para depois passar pelos órgãos de controle interno e só então encaminhar para a Assembleia Legislativa - o que só deve acontecer em fevereiro.