O senador Rogério Marinho, coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro e líder da oposição, entrou na terça-feira, 23, com representações no TCU e na PGR. Ele acusa o governo federal de exceder o limite de gastos com publicidade institucional em ano eleitoral.
Segundo Marinho, o governo já empenhou R$785,7 milhões no primeiro semestre de 2026. O valor estaria R 167,6 milhões acima do teto, um excesso de 27%.
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A representação cita a campanha “Tempo com a Família”, sobre o fim da escala 6×1, que teria custado cerca de R$ 80 milhões. Para o senador, a peça tem potencial eleitoral e usa a máquina pública para deslegitimar posições divergentes.
Marinho pediu ao TCU auditoria na Secom, suspensão imediata da campanha e multa aos responsáveis. À PGR, solicitou abertura de investigação. Ele lembrou que o TCU já suspendeu, em 2019, publicidade do governo Bolsonaro sobre o Pacote Anticrime pelo mesmo motivo.