Após a polêmica envolvendo a juíza eleitoral Ana Lúcia Todeschini Martinez, do Rio Grande do Sul, que disse que a bandeira do Brasil se tornou marca de “um lado da política” no país e ameaçou proibir seu uso nas eleições, a Havan lançou uma campanha para reforçar a venda do item.

Em vídeo divulgado nas redes sociais, o dono da rede Luciano Hang, com presença de Eduardo Bolsonaro, alega que o estoque de bandeiras foi praticamente esgotado em todas as 172 megalojas. Em apenas um fim de semana, foram vendidas quase 10 mil bandeiras a preço de custo, por R$ 19,99.

“Já refizemos o pedido com urgência para restabelecermos nossos estoques e ainda um novo pedido de 100 mil unidades foi feito para os próximos meses”, informa o dono da Havan, Luciano Hang.

Ele garante que a bandeira do Brasil continuará vendendo muito e será um dos itens mais vendidos este ano em todas as lojas da varejista.

“Ficamos muito felizes com a repercussão. Queremos reacender esse espírito patriota. Nosso negócio não é ganhar dinheiro, mas sim colocar nas mãos dos brasileiros um símbolo que é de todos”, afirma.