O deputado federal Alfredo Gaspar (União Brasil), ex-relator da CPMI do INSS e candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro, reagiu a novos relatos envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e supostas relações com integrantes do Ministério da Saúde.
Em declaração, Gaspar afirmou que as informações reforçam suspeitas que, segundo ele, já haviam sido apontadas no relatório da CPMI. O deputado citou Lulinha e Roberta Luchsinger, além de Marcola e Suendberg Barbosa, e alegou que o grupo teria mantido canais de influência dentro do governo.
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Gaspar também afirmou que Lulinha e Roberta teriam participado de conversas relacionadas a contratos e recebimento de valores de empresários. Segundo o deputado, os envolvidos deverão ser investigados e responsabilizados criminalmente.
“O gabinete presidencial está manchado com a lama da corrupção”, declarou.
O parlamentar também acusou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de ter conhecimento das supostas irregularidades e afirmou que eventual interferência nas investigações representaria conivência com os crimes.
Ao final, Gaspar defendeu que Lulinha seja investigado, processado e preso no Brasil. As declarações foram feitas pelo deputado ao comentar os relatos envolvendo o filho do presidente e supostos canais de acesso ao Ministério da Saúde.