Atendendo demandas da bancada evangélica, o presidente Jair Bolsonaro está aliviando as obrigações fiscais das igrejas evangélicas. A proposta é do deputado federal Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ), feita em maio, quando o ministro da Economia, Paulo Guedes, deu dois meses para que as medidas fossem avaliadas.

Duas medidas já foram aprovadas pelo presidente: o cadastro do CNPJ para igrejas matrizes, dispensando o cadastro para igrejas menores e filiais, e a e elevação do piso de arrecadação das igrejas para a obrigatoriedade de declaração das movimentações financeiras diárias. De R$ 1,2 milhão, o piso passou para R$ 4,8 milhões.

Segundo levantamento do O Globo, até julho o governo atendeu 30% das sugestões da bancada evangélica. O segmento é responsável por 41% da aprovação de Bolsonaro, contra apenas 25% dos católicos.

 

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