Depois do prefeito Dieter Janssen (PP) admitir que deve ficar fora da disputa eleitoral e apoiar a candidatura do empresário Antídio Lunelli (PMDB) ao Paço, a disputa pela vaga de vice na aliança ficou ainda mais acirrada. De um lado o PSDB visa suas maiores chances no nome de Irineu Pasold. O ex-prefeito seria capaz de aglutinar em torno de si as diferentes alas do partido. Mas impedido de concorrer por uma condenação do Tribunal de Contas, Pasold teria como possíveis substitutos Marcia Alberton, Lio Tironi e Wilson Bruch em uma reedição da batalha – que ficou nos bastidores – pelo comando do partido. Outra opção, ainda não citada oficialmente mas que já é ventilada, é o vereador Ademar Winter, um recordista de mandatos. Os tucanos dizem que sem a cadeira de vice estão fora da coligação. Blefe ou não, o tempo dirá.  No PP a novidade é que o ex-presidente do Procon Luís Fernando Almeida também colocou seu nome à disposição. Apesar disso, ele garante que apoia a indicação do ex-deputado Udo Wagner para cadeira. “É a melhor opção, tem uma história respeitada, experiência em gestão”. Os outros dois nomes da sigla são o do engenheiro João Guilherme, que representaria a renovação, a juventude, e o do vereador Eugênio Juraszek, com mais apelo popular, principalmente, no interior do município. Porém, parte do diretório defende que a candidatura de Juraszek à Câmara é essencial para o partido garantir representatividade no Legislativo. Na noite de hoje, lideranças dos três partidos voltam a conversar. A intenção é que a fumaça branca seja liberada ainda em julho. Até porque, supersticiosos ou não, na política, aquele ditado popular que diz que agosto é o mês do mau agouro é ainda mais temido. Veja mais na Coluna Plenário desta quinta-feira (28).