Eu sou catarinense
Mas comigo sempre levei
A moda da tradição gaúcha
Porque desde que me conheço por gente
No CTG ingressei...
Como prenda mirim me reconheci
E para bailes me vesti e parti
Junto com meus amigos,
Prendas e peões
Ornamentados das vestes e saudações
“As moda” sempre presentes
Na terra da minha gente
Que é pequena de tamanho
Mas em generosidade dá um banho!
Lá conheci o Maçanico, o Balaio
O Pezinho e a Rancheira de Carreirinha
Além de escutar as modas
D’Os Farrapos, Gaúcho da Fronteira,
Neto Fagundes, Elton Saldanha, Tchê Barbaridade,
Os Monarcas, Tchê Garotos,
Teixeirinha, Joca Martins,
Os Serranos, Garotos de ouro,
Além de muitos outros...
Ao ir para a faculdade
Nas aulas de Literatura Brasileira
Mais uma vez a tradição gaudéria marcou presença em mais uma matéria
Professor Weber nos trazia
De um modo bem peculiar
Leituras diversas num clima familiar
Desde Érico Veríssimo,
Mário Quintana, natural de Alegrete,
E Simões Lopes Neto, grande autor Rio-Grandense
Digno de típicos verbetes...
As danças, a indumentária,
As narrativas, a música e a culinária
carregam a forte identidade
de um povo que tem orgulho das suas tradições, e autenticidade
Por onde passam,
Esses guris e essas gurias
carregam sua linguagem característica e seu modo de viver
Atribuindo inúmeros significados ao
bah, capaz e “Tchê”!

20 de setembro - Dia do Gaúcho