Os consumidores que forem ao mercado não devem mais encontrar seis marcas de azeite de oliva nas prateleiras das redes varejistas e atacadistas de todo o Brasil. De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, após algumas investigações foram encontrados alguns produtos impróprios ao consumo.

A proibição faz parte de uma ação da Polícia de São Paulo, no município de Guarulhos, na região metropolitana da capital paulista que descobriram uma fábrica clandestina de azeites falsificados e com mistura de óleos, sem a presença de azeite de oliva.

A fiscalização encontrou os produtos em oito estados do Brasil, incluindo Santa Catarina. Segundo a pasta, os azeites das marcas Oliveira do Conde, Quina Luzitana, Quinta D´ Oro, Évora, Costanera e Olivais do Porto eram fraudados e considerados impróprios para o consumo.

Até esta segunda-feira (8), os produtos que tiveram a sua fraude comprovada não devem mais circular no comércio de atacado e varejo.

Comerciantes que forem flagrados vendendo os produtos serão denunciados ao Ministério Público Federal, encaminhado à Polícia Judiciaria e multados em R$ 5 mil por ocorrência com acréscimo de 400% sobre o valor comercial dos azeites.

 

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