Santa Catarina confirmou o segundo caso de Monkeypox, conhecida como varíola dos macacos, no sábado (16). Segundo a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive), trata-se de um homem de 31 anos que mora no município de Leoberto Leal, na Grande Florianópolis.

O órgão informou que o paciente apresentou, em 6 de julho, febre e lesões pustulosas na cabeça, pescoço e braços. Ele segue internado e, segundo a Dive, o "quadro evolui bem".

O caso é acompanhado pelas vigilâncias epidemiológicas do município e do Estado. A Secretaria de Estado da Saúde (SES) rastreou pessoas que tiveram contato com o paciente. Elas estão em monitoramento.

O primeiro caso de Monkeypox em Santa Catarina foi confirmado em 7 de julho, em um paciente de São Paulo que esteve em Florianópolis. O caso foi considerado importado.

Ao todo, 11 casos de foram notificados em Santa Catarina e oito foram descartados, segundo a Dive. Um caso está em observação e dois foram confirmados.

O que é a varíola dos macacos?

O vírus da varíola dos macacos é da mesma família da varíola comum, mas menos grave e prevalente, e por isso as chances de infecção de grandes populações é considerado baixo.

Os sintomas iniciais costumam surgir dentro de 1 a 3 dias (às vezes mais). Após o aparecimento da febre, o paciente desenvolve uma erupção cutânea, geralmente começando no rosto e se espalhando para outras partes do corpo.

Especialistas ainda não sabem, exatamente, como a doença está sendo transmitida. Geralmente, a varíola dos macacos passa de animais para humanos. Transmissão sexual também é investigada.

As lesões passam por cinco estágios antes de cair, segundo o Centro de Controle de Doenças (CDC) dos Estados Unidos. A doença geralmente dura de 2 a 4 semanas.

 

 

 

 

 

 

Com informações do G1 SC