O prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, afirmou que os assaltantes usaram trabalhadores do Município como reféns no assalto ao Banco do Brasil na madrugada desta terça-feira (1º). Os trabalhadores realizavam a pintura de faixas em ruas na região central da cidade quando foram abordados.

Em entrevista a Rádio Eldorado, um dos reféns, de nome Sérgio relatou o momento. "A gente começou a pintar era 22h30 e fomos seguindo o roteiro. Quando estávamos na frente do INSS ouvimos tiro, mas achamos que era som de moto estourando. De repente parou um carro e mandou a gente tirar a camisa e sentar. Mandaram a gente ficar quietinho se não íamos levar bala", contou o refém.

"Eles não fizeram nada com a gente, não machucaram, ainda brincaram, perguntaram se Criciúma tinha mulher bonita, se tinha bar. Ai disseram que só queriam pegar o dinheiro e fugir e depois iam voltar para gastar esse dinheiro do governo no barzinho", completou o refém.

Segundo Sérgio, eram quatro funcionários da Prefeitura de Criciúma e mais dois motociclistas que passavam pelo local e foram feitos reféns. "Eles usavam luva, máscara, coletes, estavam muito bem armados. Foram momentos horríveis, não fizeram nada com a gente de machucar, mas foi terrível", completou.

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