As medidas adotadas na sede da Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC) de Jaraguá do Sul - como a instalação de elevador, duas rampas de acesso, banheiro adaptado, maca especial e sinalização do estacionamento - fizeram com que a entidade passasse a ostentar o “Selo Acessibilidade Jaraguá”. Para a presidente da rede Sandra Winter Rodrigues, o selo é um reconhecimento aos esforços empreendidos para facilitar a procura de exames preventivos às cadeirantes, seja por necessidades especiais ou pela debilidade das pacientes atendidas em terapias: “É uma satisfação muito grande, porque era uma preocupação nossa, facilitar para que essas mulheres sejam assistidas”, disse Sandra. A presidente enfatiza que as adequações permitindo a acessibilidade foram feitas gradativamente esse ano, por meio de doações e de recursos próprios, conseguidos principalmente durante as promoções anuais, como tarde cor-de-rosa, pedágio solidário, outubro rosa e rifas. O elevador, com capacidade para transportar oito pessoas ou 600 quilos, custou investimento de R$ 130.329,9. Nesse montante estão incluídos mão de obra, material elétrico e de alvenaria, bem como o serviço de engenheiro civil. Do total investido, R$ 40 mil foi destinação do Juizado Cível Especial Criminal, R$ 40 mil do Laboratório Novartis e R$ 50.329,91 de recursos próprios. Ainda de acordo com Sandra Rodrigues, são atendidas em média 30 mulheres por dia. A marcação de consultas é feita no primeiro dia de cada mês, presencialmente, ou pelo telefone (47) 3275-0268. Uma das grandes preocupações é com o número expressivo de faltantes, impedindo outros agendamentos. Em junho, quando foram feitos 508 agendamentos, 103 não compareceram. Em maio, ocorreram 63 faltas e 57 mulheres desmarcaram. A Rede Feminina funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h.