Foto Eduardo Montecino/OCP News

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Uma vez ao mês, os guaramirenses contam com a produção das saborosas cucas da Ordem Auxiliadora das Senhoras Evangélicas (Oase).

A comercialização dessa receita tradicional alemã ocorre sempre na segunda sexta-feira do mês e já tem fregueses garantidos. Além de contribuir para manutenção da igreja da Comunidade Luterana, a clientela não resiste ao sabor e à variedade.

Na manhã de ontem, logo cedo, a cliente assídua Lourdes Araújo já escolhia as quatro fatias que levou para casa.

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Segundo destacou, as cucas preparadas pelas voluntárias são muito saborosas. Ela, sempre que possível, procura contribuir com entidades que promovem esse tipo de trabalho.

“Já conheço as cucas que elas fazem e sempre venho buscar. Acho importante ajudar e gosto de experimentar sabores variados. Não tenho preferência, todas são muito boas”, ressalta.

A preparação das delícias, segundo a presidente da Oase “Azaleia”, Iraci Pruesse, tem início sempre na véspera, com a confecção de coberturas.

Na madrugada de sexta-feira, por volta das 3h, as voluntárias dão início à produção das massas e montagem das cucas, que se estende até por volta das 16h.

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A produção é de cerca de 120 unidades, que são totalmente comercializadas no dia, ao valor de R$ 8 a R$ 10 a fatia do tamanho de um quarto de forma.

Os sabores variam entre abacaxi com farofa, abacaxi com vinho, banana com farofa, coco, nata com canela, queijinho, ameixa preta com nata, pêssego com nata e farofa tradicional.

“Hoje também fiz a de morango, porque quando conseguimos outra fruta a gente faz outro sabor. Então, temos para todos os gostos”, salienta Iraci.

Trabalho e amizade

O projeto das cucas teve início há aproximadamente sete anos. As senhoras da Oase são conhecidas na cidade por promoverem uma série de atividades em benefício dos carentes. Geralmente, 15 voluntárias ajudam a produzir e comercializar as cucas.

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Participante desde o começo do projeto, a voluntária Elinora Wetzstein, de 83 anos, diz que essa é uma atividade muito prazerosa.

“Cada uma sabe o que fazer. Aqui é só trabalho e amizade”, ressalta.

Elinora diz estar contente pelo reconhecimento ao trabalho do grupo, pois tem uma filha morando na Europa que vai poder acompanhar a reportagem do OCP pela internet.

“Minha filha vai me ver lá na Alemanha e vai ficar com água na boca pelas nossas cucas”, comenta.

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