A preocupação dos gestores é como garantir recursos para a ampliação do horário de trabalho | Foto Secom/Prefeitura de Joinville
A preocupação dos gestores é como garantir recursos para a ampliação do horário de trabalho | Foto Secom/Prefeitura de Joinville

Em março, o Programa Melhor Acolher completará um ano de implantação nas unidades básicas de saúde de Joinville cumprindo um de seus principais objetivos: acabar com as filas da madrugada. As equipes passaram por treinamentos e as unidades por certificação atestando a adequação aos novos procedimentos.

Com estas mudanças na rede de Atenção Primária, a Secretaria de Saúde quer reforçar a orientação de que a população procure a unidade de saúde sempre que tiver uma situação de saúde que precise de cuidados.

“Estamos com um processo diferenciado de acolhimento para melhor atender, orientar e encaminhar o paciente, de acordo com sua situação clínica”, explica a diretora executiva de Atenção Primária, Marlene Bonow Oliveira.

No processo de acolhimento estabelecido, ocorre uma escuta qualificada feita pela equipe. Com foco em abrir e humanizar a entrada nas unidades básicas da saúde, o programa mantém espaço receber pacientes com queixa de dor forte ou desconforto, dependendo da avaliação técnica do quadro clínico do paciente.

Também foi ampliada a agenda programada. Consultas de acompanhamento ou de renovação de receita são agendadas previamente. E isso pode ser feito em qualquer dia ou horário, durante o expediente da unidade, inclusive para a odontologia. Anteriormente, havia um dia específico para agendamentos.

A capacidade de atendimento dos médicos é distribuída entre os casos para atendimento imediato e para agendamento programado. Enquanto isso, também são mantidos os horários para protocolos de acompanhamento de consultas para gestantes, diabéticos e hipertensos.

Das 56 unidades básicas de saúde, 51 estão certificadas pelo programa. As unidades não certificadas deverão fazer as adequações, em equipe, conforme o relatório da comissão. Mesmo as já certificadas passarão por nova avaliação, dentro de um ano.

O programa tem como fundamento revisar constantemente seu processo de acolhimento para verificar se está compatível, tendo o controle social feito pelas associações de moradores ou conselhos municipais de saúde.

“São modificações significativas que exigem adaptação e aperfeiçoamento contínuo”, comenta Marlene.

*Com informações da Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Joinville

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