Guincho ficará nas cabeceiras das pontes por 24 horas | Foito Bruno Oliveira/PMF/Divulgação
Guincho ficará nas cabeceiras das pontes por 24 horas | Foito Bruno Oliveira/PMF/Divulgação

A Prefeitura de Florianópolis contratou de forma emergencial o serviço de guincho 24h para permanecer na cabeceira das pontes que ligam a Ilha ao Continente, ao custo de R$ 24 mil mensais. O equipamento chegou na manhã desta quinta-feira (14) e ficará na cabeceira continental durante a manhã e na ilha durante a tarde e noite.

O guincho também poderá atender veículos com problemas nas rodovias estaduais da Ilha. Inclusive, nesta quinta-feira um caminhão teve problemas mecânicos na SC 401, mais uma vez no alto do morro do bairro João Paulo, na chamada “curva da morte”. Neste caso, acabou sendo resolvido por outro guincho, de uma empresa de transporte público, que tem sede próxima ao local.

Guincho contratado pode atender também nas rodovias estaduais na Ilha | Foto Bruno Oliveira/PMF/Divulgação

A contratação em caráter emergencial se dá pelo fato de que a prefeitura lançou ao mesmo tempo um edital de licitação para a contratação de um guincho de forma permanente e sem custo para o município, já que o contrato prevê permuta por publicidade.

Essa contratação emergencial é por 180 dias ou até a licitação ser concluída. A estimativa do prefeito Gean Loureiro é de que em dois meses o processo seja concluído.

Serviço foi desativado em 2016

O serviço de guincho na cabeceira das pontes funcionou por quase um ano. Foi iniciado em dezembro de 2015 e desativado em novembro de 2016. O equipamento tinha capacidade para remover até 57 toneladas (um ônibus biarticulado pesa 32 toneladas.

Entre 2015 e 2016 um guincho atendeu nas cabeceiras das pontes | Foto Petra Mafalda/PMF/Arquivo

O contrato aconteceu a partir de um convênio entre a Prefeitura, Sindicato das Empresas do Transporte Urbano de Florianópolis (Setuf), o Grupo DVA – Mercedes Benz, Departamento de Transportes e Terminais do Estado de Santa Catarina (Deter), Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) e Polícia Militar.

De acordo com o prefeito Gean Loureiro, em entrevista à rádio CBN/Diário, na manhã desta quinta-feira, houve a tentativa de reativar este convênio, porém, pelo que foi acertado na época, os equipamentos não ficariam disponíveis 24h na cabeceira das pontes – teriam que ficar no pátio da DVA e só seriam ativados em casos de acidentes, o que não resolveria o problema.

Por conta disso, foi decidido pela contratação emergencial e, em paralelo, o lançamento do edital de licitação.

 

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