A marca Nívea, conhecida mundialmente por produzir cosméticos, se envolveu em uma grande polêmica ao se recusar a fazer um comercial com um casal homoafetivo há cerca de duas semanas.

A situação começou depois que um dos funcionários da empresa faz um comentário considerado homofóbico durante uma teleconferência com a agência de publicidade responsável pela campanha. "Nós não apoiamos homossexuais na Nívea", teria disparado o colaborador sênior.

Em seguida, a agência de publicidade decidiu cortar  laços com a marca. Carter Murray, CEO da FCB, afirmou que “escolhas difíceis levaram a agência a seguir um caminho diferente", embora ele não tenha abordado abertamente o comentário homofóbico.

Apesar da Nivea representar 1% da receita da FCB, o contrato entre as duas empresas expira no fim de 2019 e não será renovado. Murray estaria confiante que a agência será capaz de compensar a perda em 2020.

A empresa proprietária da Nivea, a Beiersdorf AG, também abordou a controvérsia, e declarou que tem “tolerância zero para a discriminação” e está altamente comprometida com “diversidade, respeito mútuo e oportunidades iguais”.

A ação da Nivea também fez os usuários das redes sociais se registrarem jogando fora seus produtos da marca e proclamando um boicote.

Um usuário do Twitter, por exemplo, compartilhou uma foto de sua loção no lixo, com a legenda: “Nivea não apoia os homossexuais? Então eu não apoio a Nivea”.

Fonte: Adnews

Receba as notícias do OCP no seu aplicativo de mensagens favorito: 

WhatsApp  

Telegram  

Facebook Messenger