O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, recebeu nesta quinta-feira (26) os conselheiros do Movimento Santa Catarina pela Educação para apresentar um balanço das ações realizadas nestes seis anos da iniciativa.

Côrte destacou algumas ações realizadas pelo Movimento, lançado em setembro de 2012. “São aproximadamente 450 pessoas envolvidas na Governança do Movimento e, em 2017, foram realizadas mais de 800 ações, impactando em mais de 1,1 milhão de pessoas”.

Ele citou os temas abordados pelo Movimento: família, jovens, gestão escolas, professores e educação integral. “A elevação da escolaridade dos trabalhadores formais de Santa Catarina é um belo exemplo. Em 2011, segundo dados da RAIS, tínhamos 60% dos trabalhadores formais do Estado com educação básica completa. Em 2016, passou para perto de 70%”, frisou.

Côrte convidou personagens importantes dessa história a relatarem suas experiências por meio do Movimento.

“Podemos acompanhar muitas famílias impactadas por esse Movimento. Hoje nós podemos falar que temos pais e famílias participativas na educação dos nossos alunos, no nosso futuro”, falou Marciano Glauber, pai de alunos da Escola Almirante Tamandaré de Blumenau, que acompanha de perto o ensino dos filhos.

Alexsander Fortkamp, diretor da Escola Jacó Anderle, de Florianópolis, falou sobre a parceria com o Movimento. “Começamos a fazer parte do Movimento em 2016 e conseguimos formar muitas parcerias e ser agraciados por diversas ações do Movimento. Uma delas foi a ferramenta de gestão escolar, que permitiu refinar práticas e inserir outras que a gente ainda não executava”, contou.

O diretor de Educação e Tecnologia da CNI, Rafael Lucchesi, falou sobre a publicação Reflexões para a educação que o Brasil precisa, lançada na reunião. “Não é apenas um livro, ele traduz uma nova linguagem empresarial, um novo discurso com outra abrangência, que será capaz de liderar a sociedade. Esse Movimento não pode estar apenas em SC”, disse.

 

Quer receber as notícias no WhatsApp?