Jaraguá do Sul ultrapassou, nesse fim de semana, a marca de 50 mil pessoas vacinadas com a primeira dose contra a Covid-19. Segundo dados da Secretaria Municipal de Saúde foram aplicadas, até o último domingo (27), 52.106 primeiras doses e 15.725 segundas doses. Isso equivale a 28,8% e 8,68% da população imunizada, respectivamente.

A expectativa é que a vacinação ajude a conter a doença, trazendo a possibilidade de um fim mais próximo para a pandemia do coronavírus. Mas a caminhada ainda é longa, afirmam os especialistas, e as vacinas precisam chegar de forma suficiente aos municípios.

A atenção dada à vacina não se restringe apenas à área da saúde e ao desejo das pessoas de circularem novamente com segurança, sua importância também está diretamente ligada à retomada econômica.

Apesar de ser um processo demorado, que não vai acabar com todas as medidas de proteção impostas pela pandemia de um dia para o outro, ainda assim, a vacinação é considerada o único caminho para controlar a Covid-19 no mundo.

Foto: Prefeitura de Jaraguá do Sul

O secretário de Saúde, Alceu Gilmar Moretti, reforça a importância da vacina e lembra que todos os imunizantes oferecidos são eficazes contra o coronavírus e são seguros.

“Vacina boa é vacina no braço. Esta frase vem sendo repetida constantemente e é muito verdadeira, as pessoas devem ter a consciência disso”, alerta Moretti

Alceu Gilmar Moretti também pede para que as pessoas não fiquem querendo escolher qual vacina tomar. De acordo com ele, a linha de entendimento é clara.

“Temos que tomar o imunizante que nos é ofertado, pois ele é fruto de avanços científicos gigantescos”, pontua.

Além disso o secretário da Saúde, reforça a necessidade de atenção quanto à segunda dose (D2), com os imunizantes que preveem este retorno. Somente com o esquema vacinal completo haverá a proteção esperada contra a Covid.

Jaraguá do Sul vacinou no fim de semana 2.300 pessoas. Foram aplicadas 1.723 D1, 15 D2 e 562 doses únicas.

A presidente do Comitê Extraordinário de Combate à Covid-19, Emanuela Wolff, afirma que o município aguarda sempre com muita expectativa o envio de mais doses de vacinas por parte do Governo do Estado.

“Nós temos condições de vacinar mais de 1.500 pessoas por dia, mas, se não recebemos remessas, a imunização automaticamente tem que parar”, lamenta.