A operação que deve promover a troca emergencial das lixeiras em Jaraguá do Sul começou ontem. Entretanto, em função das ações de contenção de despesas implementadas pela Prefeitura de Jaraguá do Sul desde o ano passado, não há previsão de compra de equipamentos novos. O prefeito Dieter Janssen estima que 60 objetos precisem ser substituídos. Quem passou ontem pela manhã na esquina entre a Avenida Getúlio Vargas e o Calçadão da Rua Marechal Deodoro da Fonseca, no Centro, pode conferir os trabalhos de substituição da lixeira de metal verde. O equipamento foi trocado por outro do mesmo modelo, seminovo, retirado de outro local da cidade onde tinha pouco uso, segundo a Prefeitura. O presidente da Fujama (Fundação Jaraguaense do Meio Ambiente), Leocádio Neves e Silva, confirma que desde que voltou de férias, em 1º de fevereiro, o prefeito Dieter Janssen determinou que gradativamente as lixeiras estragadas sejam trocadas. “Essas lixeiras foram instaladas na administração anterior, são de durabilidade menor e se tornam um perigo de provocar acidentes, caso alguém tropece nelas. Propus modelo de plástico”, declara. “Estamos trocando as lixeiras por peças que estão ‘sobrando’, retirando as de pouco uso”, afirma o secretário de Obras e Serviços Públicos, Hideraldo Colle. O órgão solicitou um levantamento junto à Ambiental, empresa terceirizada de limpeza pública, para identificar quantas lixeiras serão disponibilizadas para troca. O gerente responsável pela empresa, Mário Luiz dos Santos, diz que existem em torno de 1,5 mil lixeiras espalhadas pela cidade, algumas em locais onde não passam garis. “Vamos dar esse apoio de identificar as lixeiras em bom estado, ruim e péssimo, mas precisamos que a Secretaria nos forneça mapa onde estão as lixeiras”, esclarece Mário.