A estiagem em Santa Catarina preocupa e exige ações em conjunto entre os órgãos governamentais e a população. Definida tecnicamente como “escassez hídrica”, o cenário atual foi apresentado na manhã desta quarta-feira (29) por profissionais da Secretaria Executiva do Meio Ambiente (Sema), Casan e a Epagri/Ciram.

De acordo com a meteorologista Maria Laura Rodrigues, da Epagri/Ciram, o déficit hídrico se estende desde junho do ano passado e não há previsão de chuvas significativas para o estado no próximo trimestre.

 

Recomendação ás prefeituras

 

Ainda que não apresente necessidade de redução do fornecimento de água, a Região Metropolitana de Florianópolis também apresenta queda significativa em seus mananciais.

“Chegamos agora em um momento em que o pedido passou do uso consciente à redução máxima do consumo”, alertou Fábio Krieger, diretor de operação e expansão da Casan.

O gerente de políticas operacionais Casan, engenheiro Guilherme Campos, informou que está sendo enviado a todas as prefeituras do Sistema Casan reforço à recomendação da Secretaria do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDE) quanto à proibição do uso da água em atividades que sejam essenciais, como lavação de fachadas, calçadas, pisos, muros e veículos com o uso de mangueiras, assim como a irrigação de jardins.

 

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