A Prefeitura de Florianópolis, por meio da Diretoria de Bem-Estar Animal, realizou a castração de 2.089 cães e gatos na Capital nos seis primeiros meses deste ano. Desse total, 1.654 procedimentos foram realizados em uma unidade móvel e 1.195 na Dibea, que fica no bairro Itacorubi.

Como funciona o serviço de castração

Uma equipe da Dibea visita bairros de Florianópolis, uma semana antes e realiza o cadastramento dos animais. Nesse dia os tutores devem apresentar documento com foto, comprovante de residência no bairro visitado e foto do animal que será castrado, que pode ser digital. A população é avisada da ação, por meio das redes sociais, da imprensa e também das visitas dos agentes da Dibea.

Uma semana depois do cadastro, a unidade móvel de castração estaciona em um local previamente escolhido do bairro para realizar os procedimentos nos animais já cadastrados. Além da castração, todos os animais recebem microchipagem e medicamentos para o período de recuperação em casa.
Com a iniciativa, a Prefeitura de Florianópolis pretende beneficiar, principalmente, comunidades com tutores de baixa renda, e que não tenham possibilidade de levar cães e gatos até a sede da Dibea.

Expansão do serviço de castração com a Unidade Móvel

Segundo a diretora da Dibea, Fabiana Bast, os mutirões com a unidade móvel são essenciais para ampliar a abordagem e chegar onde a população realmente precisa. “Trata-se de um serviço gratuito, necessário e muito esperado pelas comunidades e a maneira mais efetiva para o controle populacional de cães e gatos no município”.

A Dibea já realizava uma média de 300 castrações por mês na sede do Itacorubi. Com a unidade móvel nos bairros, a expectativa é que sejam realizadas 5 mil castrações somente este ano.

A cirurgia é totalmente gratuita para quem reside dentro do município e tenha renda inferior a 3 salários mínimos e para os animais em situação de rua, desde que tenham acompanhamento pós-cirúrgico de um responsável.