Com a suspensão do transporte público em Santa Catarina desde o final do mês de março, a Defensoria Pública do Estado de Santa Catarina (DPE-SC) quer saber como está sendo feito o deslocamento de moradores do município de São José que estão em tratamento médico contínuo em clínicas e centros de saúde da região.

Na segunda-feira (28), foi encaminhado um pedido de informações à Secretaria Municipal de Saúde com este e outros questionamentos.

A defensora pública Ana Paula Fischer explica que pessoas com câncer, portadoras de HIV, que necessitam de hemodiálise, gestantes e etc são grupos considerados de risco para a Covid-19 e justamente os que frequentemente mais precisam se deslocar para dar continuidade a tratamentos especializados e realizar exames médicos em hospitais. “Nossa intenção é de que sejam garantidas alternativas de transporte a essas pessoas”.

 

Alternativas no atendimento

 

No mesmo documento, a DPE-SC orienta o município a garantir alternativas de transporte às pessoas com saúde mais debilitada após o retorno das atividades do transporte público, afastando-os de aglomerações, bem como, se possível, fornecendo atendimento domiciliar.

Além disso, sugere alternativas como o fornecimento de equipamentos de proteção individual, agendamento de tratamento médico em horários de menor fluxo no transporte e o fornecimento de medicamentos aos pacientes cadastrados no programa municipal sem a necessidade de apresentação de receitas atualizadas, renovando-se automaticamente a validade das prescrições médicas pelo período em que durar as orientações relativas à pandemia, bem como dispensando medicamentos em quantidade suficiente a fim de evitar aglomerações nos serviços de saúde.

 

 

 

Foto Studio OCP

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