O curta-metragem “Copi”, baseado no romance "As Fantasias Eletivas" - do escritor radicado em Jaraguá do Sul Carlos Henrique Schroeder -, será exibido em festivais internacionais.

Na Europa o filme estreia na Itália, na 15ª edição do River Film Festival, e no Equardor, será exibido durante o Festival Internacional de Cine de Cuenca. Ambos acontecem no mês de julho.

De acordo com Schroeder, que participou da produção como consultor do roteirista e diretor André Gevaerd, o curta foi rodado durante uma semana, em Balneário Camboriú. Estreou em festivais em 2020 e segue em circuito, ganhando as primeiras exibições internacionais.

Foto: Divulgação

“Há um circuito muito interessante de festivais de curtas, no mundo todo, e ver a história de Renê e Copi circulando para além da literatura é muito gratificante”, comenta Schroeder.

“Este festival na Itália, por exemplo, é muito legal. O filme será projetado em um telão flutuante, no meio de um rio, e as pessoas assistirão o filme da margem do rio.”

O filme também será exibido na sessão de abertura do 4º Festival de Cinema de Jaraguá do Sul, seguido de roda de conversa com Schroeder e com diretor André Gevaerd - que é natural de Balneário Camboriú e atua a mais de 12 anos no mercado audivisual.

Do livro a um longa-metragrem

“As Fantasias Eletivas” foi lançado em 2014 pela editora Record e já ganhou edição em espanhol, pela Maresia Libros. Também foi leitura indicada nos vestibulares UFSC, UDESC e Acafe nos anos de 2016 e 2017.

O curta foi o primeiro passo no universo audiovisual. A história de Renê, recepcionista de hotel no período noturno e de Copi, uma artista amadora, argentina, que ganha a vida na noite de Balneário Camboriú, conta com atuações de Renato Turnes - talento do cinema e teatro catarinense - Mariana Genesio Peña - atriz trans Argentina - e Nestor Guzini - uruguaio vencedor do Kikito.

Curta foi rodado em uma semana. Foto: Divulgação

Mas o livro ainda tem um próximo capítulo com o cinema: a produção de um longa-metragem, que ganhou o Prêmio Catarinense de Cinema ainda em 2018.

Segundo Schroeder, a produção não rodou por entraves da Agência Nacional de Cinema, a Ancine, que seria responsável por metade dos recursos para o filme.

 

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