Em entrevista coletiva virtual na tarde desta quarta-feira, o secretário de Saúde de Criciúma, Acélio Casagrande e o diretor técnico da pasta, Dr. Ronald Benedet, falaram sobre algumas medidas que estão sendo realizadas pelo município no enfrentamento à chamada segunda onda de Covid-19.

Uma delas é a habilitação de quatro unidades básicas de saúde como também centros de triagem. Os atendimentos serão também no Centro de Tratamento do Rio Maina e nas UBS's da Quarta Linha, Próspera, Milanese (para compreender ainda o Centro e bairro São Luiz) e Santa Luzia com a realização de testes, mediante avaliação e encaminhamento médico.

“Não está sendo fácil desde o início. Enquanto tiver somente um contaminado, estaremos empenhados para diminuir o máximo possível a contaminação. Não nos importa números. Tudo que foi possível está sendo feito. Na semana passada já tínhamos indicadores dessa atual situação e conversamos com todos os segmentos da sociedade. Todos precisam ajudar”, declarou o secretário de Saúde, Acélio Casagrande.

Testes

Em reunião virtual com representantes de todas as unidades de saúde, ele assegurou que não tem faltado testes. Inclusive, o governo municipal tem disponibilizado o “teste rápido de antígeno”, que pode ser feito a partir do segundo dia de sintomas.

Casagrande reforçou para que somente as pessoas sintomáticas, ou seja, com sintomas suspeitos de coronavírus, procurem atendimento. Segundo ele, com as filas formadas, o Centro de Triagem, no Centro, acaba sendo um local de transmissão e, quem tiver dúvidas, que entre em contato primeiramente com a unidade de saúde básica mais próxima.

“O teste vai ser feito com solicitação médica, via consulta. Trinta por cento dos óbitos foram causados por doença cardiorrespiratória. Por isso o recomendado é que o médico responsável faça o diagnóstico e encaminhe o melhor tratamento. Mesmo o teste indicando negativo, orientamos que seja feito o isolamento. O teste é importante, mas fica secundário nesses casos, pois sabemos que tem o falso negativo. Se for sintomático, tem que isolar. Que não procurem atendimento, por procurar. A triagem é para quem tem sintoma e não deve ser um local de aglomeração. Estamos enfrentando ainda, por parte do comércio e da indústria, a rejeição, pois alguns não aceitam o teste. Isso faz com que as pessoas retornem, aumentando o número de atendimento e a circulação”, observou.

Protocolo

Já o Dr. Ronald explicou que não há um protocolo médico estabelecido por aporte científico.

“Você procura o atendimento e o médico chegará ao resultado do melhor tratamento, o mais adequado. Temos todas as medicações disponíveis, mas é o médico que irá definir de acordo com o quadro de cada paciente”, concluiu.

 

 

 

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