O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) apontou a possibilidade de uma pessoa ter burlado a fila de vacinação em Corupá.

Segundo a Secretaria de Saúde do Município, não houve fraude, já que uma norma técnica do Estado na época da vacinação teria autorizado a imunização do munícipe.

Conforme a secretária Franciesca Lunelli, a pessoa denunciada pelo MPSC é profissional da área de educação física e atua em uma academia.

Na época em que o cidadão buscou pela vacina, a Secretaria chegou a ficar em dúvida se estaria realmente enquadrado como profissional de saúde, mesmo tendo em mãos a nota técnica do estado de janeiro, autorizando a vacinação de profissionais de educação física.

“A gente ficou em dúvida se deveríamos ou não para vacinar esse pessoal que era de academia e constavam nesse grupo 1”, explica Franciesca.

“Recebemos a resposta da (Gerência) Regional da Saúde e vacinamos não só esse profissional, mas 3 profissionais de educação física, até saírem notas técnicas diferentes”.

Vacinação teria sido autorizada

A secretária ressalta que não houve fraude por parte do munícipe, uma vez que houve a autorização na época, conforme constava no Plano Nacional de Imunização (PNI) contra Covid-19.

Franciesca ressalta ainda que a Secretaria tem exigido documentação de todas as pessoas que que buscam a vacina, entendendo a necessidade de critérios rígidos diante da escassez de doses.

“Estamos providenciando toda a documentação para mostrar que não houve má-fé do Município”, complementa, informando que o esclarecimento será enviado ao MPSC.