A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive/SC) confirmou a primeira morte de macaco por febre amarela em Santa Catarina. A coleta do material para análise foi feita no dia 20 de março, após um morador encontrar um bugio morto em uma área de mata no município de Garuva, no Norte do estado.

As amostras foram encaminhadas para o Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen) e seguiram para a Fiocruz, do Paraná, laboratório de referência para o estado. Os macacos não transmitem a febre amarela. Eles são vítimas da doença e sinalizam a circulação do vírus na região.

Primeira morte de humano

A primeira morte de humano causada por febre amarela em Santa Catarina foi confirmada no dia 28 de março. O diagnóstico laboral atestou que o óbito de um paciente de 36 anos, residente em Joinville, foi de fato causado pela doença.

O paciente não tinha registro de vacina no Sistema de Informações do Programa Nacional de Imunizações (Sipni). O estado não registrava casos autóctones (contraídos dentro do território) de febre amarela em humanos desde 1966.

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