Anda tendo aqueles brancos repentinos e precisa forçar a mente para lembrar o que pretendia fazer ou falar? Guarda as coisas e depois não sabe onde colocou? Você não está sozinho. A vida corrida e as multifunções que abraçamos deixam a memória sobrecarregada. No entanto, é possível melhorar esse quadro.

A nutrição desempenha um papel fundamental no desenvolvimento intelectual, sendo especialmente importante em diferentes fases da vida, desde a infância até a velhice.

A alimentação adequada com mudanças simples no estilo de vida são os grandes fatores que podem favorecer positivamente o funcionamento cerebral, essenciais para a memória, a inteligência, a criatividade e o humor.

Alguns alimentos podem ser incluídos rotineiramente na alimentação, por apresentar capacidade em modular a memória. A nutricionista Aline de Andrade montou uma lista de alimentos para ajudar, confira:

- Alface: concentra altas doses de lactucina, uma substância que age com potencial calmante.


Foto: Arquivo/OCP

- Maçã: uma das principais fontes de fisetina, um composto que favorece o amadurecimento das células nervosas e estimula potencialmente os mecanismos cerebrais.

- Ovo: é uma fonte da vitamina colina, responsável por participar da formação dos neurônios, reparação das células cerebrais, fundamental para a memória e o aprendizado.

- Peixe e sementes: essenciais para a saúde do cérebro, devido à composição de ômega-3 que atua como antioxidante e anti-inflamatório, facilitando o desempenho da memória. Protege os neurônios e preserva as membranas, colaborando para a troca de informações entre eles.


Foto: Arquivo/OCP
- Frutas vermelhas: rica composição de polifenois que, em um trabalho realizado com nove idosos com alteração de memória, mostrou que a ingestão diária de 6 ml/kg a 9 ml/kg de suco de blueberry, durante 12 semanas, diminuiu os sintomas de depressão e melhorou a memória.

A adequação nutricional para minimizar e retardar esse processo e perda de memória é essencial para todos. Com o passar dos anos, as células cerebrais são danificadas por substâncias, chamadas radicais livres de oxigênio, que levam a uma diminuição no ritmo de produção de energia. Isso compromete a atuação dos neurônios e propicia o desaparecimento das sinapses, o que reduz a capacidade de comunicação entre essas células.

Fonte: Estadão Conteúdo

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