Homo sapiens pater é um termo não técnico para falarmos de humanidade, de evolução e de pai. Filosófica e gradualmente crescemos enquanto humanos e sociedade num ritmo pra lá de alucinante. Para se ter uma ideia, é mais ou menos como uma Scania Vabis 76 sem freio descendo em desabalada velocidade que os humanos vencem seus obstáculos e correm agitados rumo à evolução inevitável, estratégica e bem-vinda. E onde entra o pai nesse contexto? Ora, ele tenta organizar esse processo, dar sentido e um ritmo aceitável para essa jornada que começou há muito tempo atrás. Podemos ousar e afirmar que um bom início para essa história poderia ser registrado naquela bela manhã ensolarada, numa savana quando o primeiro hominídeo, Sahelanthropus tchadensis, ousou descer de uma árvore e tocar o pulsante solo africano, já passados quase sete milhões de anos. Se estivéssemos por lá e pudéssemos presenciar a cena, veríamos que se tratava de um pai. Um zeloso pai indo à frente, tentando identificar e combater (ou evitar), qualquer ameaça a sua família, como fazem ainda hoje os pais que atravessam as pedras de um riacho caudaloso apontando o caminho mais firme, ou ainda colocando anzol para facilitar a pescaria dos filhos pequenos e ainda comemorando empolgado o peixe fisgado – “Parabéns, filho pescou um lambari, nunca tinha visto um tão grande!” Quando o Sahelanthropus tchadensis conquistou a savana, liderou seus filhos e sua família para novas conquistas, como tantos pais fazem até hoje, ao entrar no mar e mostrar até onde é seguro, ao não dar partida no carro enquanto todos não tiverem colocado seus respectivos cintos de segurança, pedindo paciência e organizando brincadeiras num engarrafamento de trânsito. Se estivéssemos na savana, veríamos esse Homo sapiens pater (classificação nossa) tentando mostrar o certo e o errado nas mais variadas situações de caça, defesa do grupo, distribuição de comida, escolha de abrigo, etc. Como ocorre nesse mundo contemporâneo em que o pai também precisa encarar o grande desafio de explicar o que é direito, o que é ético, e quando as duas coisas estão juntas. Charles Chaplin nos emocionou, no filme “O Garoto”, quando demonstrou que ser pai é se identificar com seu filho, genético ou não, e lutar pela sua vida e proteção, como só os espirituosos fazem naturalmente. Homo sapiens pater, se estamos aqui confabulando, em boa parte, devemos essa condição ao valor de você, pai. A você, um grande abraço! E nosso muito obrigado! Texto de Marcelo Ferreira, pai e professor jangadeiro, em homenagem aos homens que assumem a função no sentido real da palavra    Refletimos sobre o valor da solidariedade e a compreendemos como uma das virtudes que mostra, em meio a tantas diferenças existentes, que os seres humanos são semelhantes. Entendemos que através da solidariedade podemos expressar amor, pois esse é um ato natural dos seres bons e generosos, capazes de ajudar uns ao outros. Ações solidárias podem ser demonstradas de forma simples e valiosas: • Dê um abraço; • Tranmita carinho; • Doe atenção; • Saiba ouvir • Tenha com quem dialogar e partilhar um pouco do que se tem... São ações simples, gestos pequenos que se transformam em conquistas grandiosas e significativas. As turmas do Infantil 3 envolveram seus familiares e demais alunos de nossa escola para participarem juntos de uma ação solidária (Campanha do Agasalho), que trouxe benefícios para todos e incontáveis aprendizados. Equipe Jangadinha e professoras Carol, Bruna e Léia

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Muitos são os benefícios de fazer parte destas aulas, além de promover o autoconhecimento e desenvolver a autoconfiança, fazer teatro ensina a trabalhar em grupo, expande o repertório cultural e melhora o desempenho escolar. As aulas envolvem o autoconhecimento corporal, emocional e vocal dos alunos através do mapeamento do espaço cênico e jogos cênicos, que exploram os movimentos corporais e a investigação de sentimentos, emoções e amizade. Por conta do seu caráter lúdico torna-se um elo fundamental nos processos de ensino-aprendizagem dos indivíduos. Segundo os parâmetros curriculares nacionais de teatro, a dramatização acompanha o desenvolvimento da criança como uma manifestação espontânea, assumindo feições e funções diversas, sem perder jamais o caráter de interação e de promoção de equilíbrio entre ela e o meio ambiente. Essa atividade evolui do jogo espontâneo para o jogo de regras, do individual para o coletivo. (Parâmetros curriculares nacionais: arte / Ministério da Educação. Secretaria de Educação Fundamental, p.83, 2001). Fazer aulas de artes cênicas é uma das maneiras mais divertidas e adequadas para ensinar, na prática, todo o potencial de expressão do corpo humano, levando o aluno a ter consciência corporal e a entender como o corpo dele se relaciona com o espaço. Alunos de Artes Cênicas do 9º ano do ensino fundamental 2 e ensino médio em apresentação da peça Nossa Cidade de Thornton Wilder, realizada no teatro do Sesc.​